[ARQUIVO] DRÁCULA — Bram Stoker

Originalmente publicado em 28 de novembro de 2011

“Aqui estou escrevendo, numa mesinha de carvalho, onde, possivelmente, nos velhos tempos, alguma jovem se sentou, enrubescida, para escrever cartas de amor.”

“A sensação que provocavam em mim era estranha, ao mesmo tempo de desejo e de pavor. Sentia uma vontade ardente que elas me beijassem com aqueles lábios vermelhos.”

TOPO DA CADEIA ALIMENTAR…: “O que ele deseja é absorver tantas vidas quanto seja possível. Deu muitas moscas a uma aranha, muitas aranhas a um pardal, e queria um gato para comer muitos pardais…”

“Se não conseguir dormir, recorrerei ao cloral, o moderno Morfeu…”

RENFIELD É O GOLLUM DESTA HISTÓRIA: “Aqui estou, para cumprir suas ordens, Mestre.”

“Depois de muita reflexão, resolvi escrever ao meu velho amigo e mestre, o Professor Van Helsing, de Amsterdan, que conhece mais a respeito de enfermidade desse tipo que qualquer outra pessoa do mundo.”

“Riu até chorar, tornou a rir e a chorar, muitas vezes, como uma mulher.”

“O nosferatu não morre como a abelha quando se pica.”

“Ouvi dizer que os loucos têm uma força prodigiosa e acho que ia vencer”


GLOSSÁRIO:

taquigrafia; estenografia: a arte do internetês, antes do internetês!

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