[ARQUIVO] UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO—Geoffrey Blainey

Originalmente publicado em 24 de setembro de 2010

“A palavra hebreu significava andarilho ou ‘aquele que atravessa para o outro lado’.”

142: super-exaltação de Gêngis Khan e bando

146: o autocentramento chinês

149: confirmação do mito viking de descoberta da América

“Cristo e João Batista devem ter possuído vozes que se projetavam a longa distância. Aqueles que hoje vivem na era do alto-falante e do microfone não entendem a que distância pode chegar a voz humana ao natural.”

188-9: as “cantatas” calvinistas de Bach e Handel

“Mozart nasceu numa cidade do sal—Salzburg, na verdade, quer dizer ‘cidade de sal’”

253: em poucas palavras, este autor consegue sintetizar sem distorções e leviandades o “espírito” por trás de Freyre e do falador e romancista humanitário Darcy.

O mundo encolheu o mundo encolheu o mundo encolheu é a frase, disparada, que mais leio ultimamente.

Só constatamos que “a vida é uma merda” nas noites em que ela supostamente não é; o que derruba duplamente a tese—ainda que fosse, seria suportável; mas do que estamos falando? A opressão e a calamidade que podem ser narradas já não existem mais…

277: o problema do estado do bem-estar, da apatia e da insegurança—não vamos retroagir para a vida parca de nossos ancestrais camponeses nem operários, mas então o quê?! De repente rangeremos os dentes, abdicando do aporte estatal? Mais fibra, menos moleques evocando Rousseau?

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