Originalmente publicado em 23 de abril de 2012
Visão em que os crucifixos não podem fazer nenhum mal e vampiros não podem virar vapor para passar pelo buraco de uma fechadura. Sangue demais dá enjôo. “podia me ver no espelho” “ele nos dizia para comermos tudo” “inofensivo, mas idiota, o produto de quatro gerações de casamentos entre primos de primeiro grau.” “Aos cochichos, as empregadas contavam como, por uma fenda da porta, nos viram jantar em pratos e baixelas vazios, levando copos vazios aos lábios, nossos rostos pálidos e fantasmagóricos sob a luz das velas”
“Pai e Filha. Amante e Amante.” “Havia algo terrivelmente sensual no modo como se estendia no sofá numa camisolinha de renda e pérolas.” “Era isto que ela era. Uma boneca mágica.” “apesar dela me evitar e me angustiar, como se tivesse sido minha noiva.”
“E suponha que o vampiro que o fez não sabia nada, e o vampiro que fez este vampiro não sabia nada, e que o vampiro anterior não sabia nada, assim por diante, o nada precedendo o nada, até o nada! E precisamos viver com o conhecimento de que não há conhecimento.”
“Acho que senti um arrepio de prazer quando ela disse tais palavras: Deixemos a carne guiar a mente.”
“Acho que vi Macbeth com ele umas quinze vezes.”
“O inferno é ódio, pessoas vivendo juntas em ódio eterno.” Um Big Brother.
Os vampiros deixam restos mortais! Mas o expediente da estaca no coração e da degola continua válido!
Pintores do grotesco: Brueghel, Bosch, Traini, Dürer, Boticelli.
“Não começava a tagarelar a cada pausa, nem a demonstrar que tinha compreendido algo antes do pensamento terminar, nem a discutir num impulso irresistível—as coisas que geralmente tornam um diálogo impossível.”
Vampiros, pela cessação da imortalidade, só podem suar sangue!
“Respiração”?
