Originalmente publicado em 21 de setembro de 2013
A ciência, a matemática, tudo estragaram. A moça despetalando, bem-me-quer, mal-me-quer não fala. Já calcula… como o atleta do dominó faria.
Jogar para quê, se sei que vou perder?
317: do “plágio” ou “inspiração”
Vol II P. 260 v.7.428-7.433
Se é mitológica, é única a mulher;
Recria-a o poeta como lhe prouver.
Não envelhece, nem fica madura,
Mais sedutora, sempre, sua figura.
Raptam-na, moça; idosa, ainda é do amor a meta;
Pois basta! não se atém ao tempo o poeta.
O próprio Fausto(s) é tão fragmentário quanto o MESSIA(S).
