Originalmente publicado em 8 de agosto de 2011
“la cultura es un hecho aristocrático, cultivo celoso, asiduo y solitario de una interioridad refinada que se opone a la vulgaridad de la muchedumbre:
‘Por que quereis arrastar-me a todas as partes, ó ignorantes? Eu não escrevi para vós, mas para quem possa me compreender. Para mim, um vale por cem mil, e nada a multidão.’ Heráclito”
“Caeterum in claustris coram legentibus fratibus, quid facid ridicula monstruositas, mira quaedam deformis formositas ac formosa deformitas? Quid ibi immundae simiae? quid feri leones? quid monstruosi centauri? quid semihomines ? quid maculosae tigrides? quid milites pugnantes? quid venatores tubicinantes? Videas sub uno capite multa corpora, et rursus in uno corpore capita multa. Cernitur hinc in quadrupede cauda serpentis, illinc in pisce caput quadrupedis. Ibi bestia praefert equum, capra trahens retro dimidiam; hic comutum animal equum gestat posterius. Tam multa denique tamque mira diversarum formarum ubique varietas apparet, ut magis legere libeat in marmoribus quam in codicibus, totumque diem occupare singula ista mirando quam in lege Dei meditando. Proh, Deo! Si non pudet ineptiarum, cur vel non piget expensarum?”
12: o supra-homem de Nietzsche tal qual enxergado por Gramsci (do autor, vale consultar Literatura e Vida Nacional): o protagonista dos folhetins oitocentistas, entre eles o Conde de Montecristo (Alexandre Dumas, também escreveu Os Três Mosqueteiros), Athos (idem), Rodolfo de Gerolstein (Eugène Sue) e Vautrin (Balzac).
“mito nostálgico” “invitación a la pasividad”. Horkheimer e o método da negação. Adorno—Minima Moralia/O Caráter fetichista da Música e a regressão da audição. O crítico que se deixa cegar pelas emoções. Eis o Apocalíptico. “Manifestação mal-dissimulada de uma paixão frustrada, de um amor traído.”
É kitsch criticar o kitsch. Esnoba a Sessão da Tarde, a despreza; mas na verdade não consegue lhe resistir!
“Espelhos, nenhum ser consciente descreveu o que vossa essência oculta…” Rilke
“Sua conspiração é, quiçá, induzir os seus a desligarem a televisão. Mas que esta permaneça ligada para os demais, é evidentemente uma fatalidade à qual a crítica não pode se opor.”
ESTRANHAMENTE META-!: “Poderá vir o momento em que nos confessamos a nós mesmos que o Dom Quixote (ou qualquer outro livro) não nos interessa, e aí está o começo da sabedoria.”
“distracción snob”
Boldini, pintor que atravessa o XIX e o XX, talvez o primeiro evocador de pin-ups e do que seria a pornografia.
Cuidado com os adjetivos!
Joyce é o precursor de inúmeras técnicas do cinema, muitas delas apenas popularizadas por Kubrick.
148: explicação da gíria “X9”
224: Lukács chama Joyce, Proust e Kafka de escritores decadentes. Barilli contrapõe-se.
251: as duas faces de Janus do Superman
257: o paradoxo de Langevin, do homem que viaja a 300 mil km/s e quando retorna à Terra todos de sua geração já estão mortos
258: Supergirl, a prima de Superman; a verdadeira morte do super-homem (casar-se).
259: a homossexualidade no DC Universe
273: o vestuário gay. E colorex.
276: Smallville e a calvície de Luthor
282: Denis the Menace
Minduim é Charlie Brown. E o Snoopy, Xerêta. Esta sim a série de quadrinhos mais filosófica.
“falamos naquela tendência primitiva (que emerge até mesmo [e sobretudo!] no mais culto de nós), que nos leva a fruir, durante o dia, daqueles momentos de repouso e distensão em que o apelo elementar de um ritmo repetido, de um jogo já conhecido, de uma brincadeira verbal ou de um modelo narrativo sem imprevistos, se revela como complemento indispensável de uma vida psíquica equilibrada.”
310: Rita Pavone e Paul Anka
328: sobre o diretor de imagens da TV
368/377: o selvagem e o cinema
